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15 de marco (15/03), Analisis e comentarios de nosso analista Paulo Cidreiras"     03/06/20


Muita celeuma tem sido criada em razão das manifestações marcadas em todo o Brasil para o próximo dia 15 de março, convocadas por movimentos bolsonaristas e segmentos afins.

 

A pauta, desta vez, seria única: a defesa do governo do presidente Jair Bolsonaro, que estaria sob ameaça de sabotagem vinda de alguns de seus pares instalados em outros poderes republicanos constituídos.

 

A grita parte de diversos setores, mas especialmente de determinados parlamentares, ministros do STF e da imprensa mais tradicional, com quem Bolsonaro vem travando uma feroz batalha desde que assumiu o maior cargo do Poder Executivo nacional.

 

Alegam ausência de razão, dado que os três poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário – são harmônicos e não podem interferir entre si, malgrado a necessidade de se exercer a vigilância caracterizada pelo instituto jurídico do check and balance, quer dizer, impedir que um poder extrapole sua competência ao se supervisionar outro(s) poder(es).

 

Vale tecer algumas considerações a respeito.

 

No Brasil, o direito à livre manifestação é uma garantia constitucional, alicerçado em três pilares constantes no artigo 5º da Constituição Federal de 1988, quais sejam: a Liberdade de Expressão (inciso IV), onde é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato; a Liberdade de Reunião (inciso XVI), que preleciona a reunião pacífica dos que almejam protestar, desde que sem armas e em locais abertos ao público, não necessitando de autorização prévia e não frustrando outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, apenas comunicando antecipadamente à autoridade competente a realização do ato; e a Liberdade de Associação (inciso XVII), o qual garante que é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada apenas a de caráter paramilitar.

 

Salvo engano, o ato programado para o dia 15 de março próximo preenche todos estes requisitos.

 

Então, qual seria a razão desta histeria vinda dos que antagonizam com o governo Bolsonaro?

 

Eis  algumas razões, num rol não exaustivo.


1 - Indo às ruas, continuará sendo desmentida a falácia dos arautos da esquerda inconformada com a eleição do mandatário atual, de que seus apoiadores se tratariam de “robôs da web” (se assim o fosse, por que então se esforçar tanto em desacreditar as manifestações, já que o apoio ao Presidente seria apenas “cibernético”?);


2 – Qualquer político, seja brasileiro, americano, tajique ou de onde for, detesta, odeia mesmo, ser exposto. Nada dá mais medo para o seu eleitorado e para a opinião pública do que demonstrar que suas promessas não foram e não estão sendo cumpridas, e que sua retórica, por vezes, é tão vazia quanto uma caixa de estocar vento;

 

3 – O diferencial destas manifestações é o protagonismo, ao menos no campo dos fatos da forma como ocorreram, de um militar de alta patente: o General Augusto Heleno, atual chefe do

Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.


Raciocinemos.

 

A propaganda esquerdista mais cáustica vem há décadas plantando no imaginário da população, desde quando nossas crianças saem da pré-escola, que os militares são inimigos do povo brasileiro, pois passaram vinte anos no poder e instauraram no País um período de terror, aniquilando quem lhes fosse contrário.

 

Assim, as pessoas indo em massa às manifestações marcadas do Oiapoque ao Chuí, sepulta de vez essa mentira tão insólita, baseada num período onde, em que pese excessos cometidos pelos governos à época (sem falar que os guerrilheiros esquerdistas também cometeram crimes, até hoje colocados propositalmente no armário do esquecimento pela mídia tupiniquim), o Brasil escapou por pouco de virar uma espécie de grande pátria socialista nos trópicos, condenando seus cidadãos à fome e à perseguição mais cruel que já se viu modernamente;


4 – Nunca, nunca mesmo, um governo presidencial esteve tão perto de derrotar a corrupção, pelo menos na sua forma sistêmica, aquela que gera até organogramas com codinomes de envolvidos na tarefa infame de destruir a sociedade e a economia do Brasil.

 

Os resultados positivos estão aparecendo dia após dia, e isso está levando seus opositores à loucura e acabando com noites de sono de muita gente. Se Bolsonaro sair, não há, se é que um dia haverá, outra opção no mínimo igual a ele, que encarou de frente e praticamente sem qualquer auxílio mais coeso, até formar seu governo, o desafio de acabar com esse mecanismo que há anos vem massacrando a Nação;

 
5 - A newleft e a velha política, hoje representada pelo consórcio de antigos e tradicionais partidos aliados a “novas” experiências nominalmente democráticas, contando com a ajuda de sindicatos, mídia aparelhada e parte da classe artística, vivem de criticar e sabotar o Brasil, todavia sem propor nenhuma solução concreta.

 

O corte de fundos partidários e verbas públicas, no intuito de encerrar a cultura do “toma-lá-dá-cá” tão característica de nossa realidade, acirrou os ânimos dessa gente, que usam e abusam de ataques baixos contra Jair Bolsonaro;


6 – A eventual perda de subsídios que assegurem suas campanhas em seus currais eleitorais, especialmente num ano onde haverá eleições municipais, deixou o establishment em polvorosa. Isso porque o bolsonarismo está crescendo a olhos vistos em toda parte e o véu de mentiras que foi tecido por anos contra a população está sendo rasgado impiedosamente pelas redes sociais (a qual está sob a mira de muitos congressistas e ministros mais à esquerda da margem do rio).

Uma (re)eleição num cenário desses, para quem se chafurdou na lama de escândalos de corrupção, sem contar com uma poderosa máquina de propaganda alimentada por dinheiro público para bancar suas campanhas, se tornará virtualmente impossível;


7 - Já se fala abertamente em pedidos de impeachment contra o Presidente, sem qualquer base fática ou legal. Aventa-se até a hipótese de mudança do regime de governo para o parlamentarismo. Isso sem falar numa CPMI criada para investigar a ocorrência de fake news eleitorais apenas de um dos lados da história, deixando mais que claro ser um terceiro turno não oficializado. E sabendo que tudo isso necessita de clamor popular para ganhar impulso, os esforços para que as manifestações sejam fracas está monstruoso!


Enfim, não faltam motivos para ir às ruas no dia 15 de março.

 "'Só o povo nas ruas mete medo em político” (Ulisses Guimarães)

 

Paulo Cidreiras


DIA 15 PELO BRASIL

Notícias

A semana

Governo apresenta MP de incentivo ao turismo

Governo Bolsonaro apresentou a MP 907, visando garantir a manutenção de 92 mil empregos e ampliar o turismo no Brasil. A medida promoverá a ampliação dos destinos atendidos no Brasil, sobretudo no interior do País, além de possibilitar novos empregos e investimentos, como o aumento de frotas e assentos.

No momento

No desespero a esquerda quer sabotar o presidente.

Parlamentares do centrão se unem com a esquerda na tentativa de sabotar o governo Bolsonaro e instaurar crises inexistentes.

Analisis

A brilhante analista Bruna Torlay

Chefe de redação da revista Esmeril comenta sobre a "Autodestruição e Extremismo Politico ".


revistaesmeril.com.br


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Na mira

Parlamentarismo branco NUNCA!

Nos corredores de Brasília, corre a informação de que se tentassem um GOLPE contra o governo democraticamente eleito, as tropas iriam para as ruas, com ou sem a autorização de Bolsonaro.

#Dia15PeloBrasil #parlamentarismoNunca

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Por que o Brasil deve acordar?

Nos últimos 30 anos o Brasil foi governado por partidos de esquerda filiados ao Foro de São Paulo que utilizaram da máquina pública para aparelhar todas as instituições com seus militantes, contando inclusive, com outros partidos que estivessem dispostos a se aproveitar do aparato governamental para benefícios pessoais. Essa modalidade de corrupção tornou-se sistêmica de forma a manter e perpetuar os corruptos no poder.


O resultado foi uma herança maldita recebida pelo governo Bolsonaro com mais de 13 milhões de desempregados, inflação e juros altos seguidos por uma dívida catastrófica. Com inteligência nosso presidente soube reformar os ministérios, na sua totalidade, como melhorar as empresas nacionais junto a Operação Lava Jato para acabar com o habitual sistema de propinas. Também aprimorou com eficiência a política econômica do país e deu esperança ao povo brasileiro de que o país pode mudar para melhor.

Há muito que se fazer ainda, mas os mais de 57 milhões de brasileiros que o elegeram darão apoio incondicional ao presidente Jair Messias Bolsonaro na busca por país um próspero e seguro.


Atualidades e vídeos

Bolsonaro é falsamente acusado de violência

Augusto Nunes: General Heleno não precisa se desculpar

Bruna Torlay: "Autodestruicao e Extremismo Politico 

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